01) Há diferença entre o calendário do governo e o da Sociedade Brasileira de Pediatria?


O calendário do governo é considerado um dos melhores do mundo. Ainda assim ele não contempla algumas vacinas importantes na prevenção de doenças como varicela, doenças pneumocócicas e meningocócicas, hepatite A e gripe para menores de 2 anos de idade.

 


02) Como a criança fica imunizada?


As vacinas utilizam os mesmos agentes causadores das doenças, mas inativados, atenuados, modificados ou utilizados apenas em parte.Quando a criança é vacinada, seu organismo produz anticorpos para aquele agente específico. Assim, ao entrar em contato com o vírus ou a bactéria causadores da doença, seu filho está pronto para atacá-los.

 

03) Meu filho está com resfriado. Ele pode ser vacinado?

Sim. São poucas as contra-indicações à vacinação. As mais comuns são febre alta e doenças ou uso de medicamentos que interfiram com a imunidade.
 

04) O uso de corticóides pode interferir?

Caso a criança esteja tomando corticóides há menos de sete dias, pode ser vacinada. Spray nasal ou pomada não interferem na imunidade. A aplicação será adiada se o uso do medicamento for prolongado ou em dose elevada.
 

05) Meu filho está tomando antibiótico. Ele pode ser vacinado?

Sim. O uso de antibióticos não interfere com a eficácia da vacina. Ele pode ser vacinado, desde que esteja bem.
 

06) Há um período do dia mais indicado para vacinar?

A vacina pode ser aplicada a qualquer hora do dia, antes ou após a alimentação. Quando for mais conveniente. O importante é não perder a dose!
 

07) Quais os eventos adversos pós vacinação mais comuns?

No local da picada podem surgir dor, inchaço, vermelhidão e calor. O evento geral mais freqüente é febre, geralmente baixa e de curta duração.
 

08) As vacinas são seguras?

Quase sempre. Reações graves podem ocorrer raramente. Em média na proporção de 1 para cada 200 mil aplicações.
 

09) Quais cuidados devo ter após a administração da vacina contra catapora?

Deve-se evitar o uso de remédios à base de ácido acetilsalicílico (AAS), como a aspirina e alguns antiinflamatórios, até dois meses após a aplicação. Isso porque essa associação aumenta a incidência da síndrome de Reye (alteração cerebral e hepática), doença rara, mas letal.